5 passos para terminar o ano sem dívidas

Planejamento, organização e mudança de hábitos são etapas importantes para sair do vermelho antes do ano novo começar

Ano novo, vida nova. Para milhões de brasileiros, a vida nova inclui a ausência de dívidas em destaque. Afinal, nada melhor que começar o ano com as contas em dia, bem longe do vermelho. No entanto, o que pode ser conquistado com a educação financeira e um bom planejamento no orçamento durante todo o ano é visto como um desafio cada vez mais difícil com a proximidade do réveillon. O que fazer para terminar o ano sem dívidas? Ainda é possível colocar ordem nas finanças?

A organização financeira deve ser uma prática cotidiana. Os resultados são incríveis a longo prazo, mas é possível ver conquistas e avanços nas contas em pouco tempo. O importante é começar! Mudar os hábitos no fim do ano é possível e, dependendo da atual situação financeira, do volume de contas a pagar e do nível de controle (ou descontrole) que as contas estão, há chance de terminar o ano sem dívidas e com fôlego para encarar o próximo com ainda mais disciplina.

Confira o que é possível fazer, em apenas cinco etapas, para ajudar nesse processo. Comece agora mesmo e aproveite o fim de ano sem preocupações!

Conheça a sua situação financeira

Antes de qualquer outra ação ou de tomar alguma decisão, veja como está sua situação financeira de verdade. Para isso, recorra ao lápis e ao papel. Se preferir, utilize planilhas no computador ou aplicativos no celular. Visualizar as finanças faz toda a diferença no processo de organização, pode acreditar! Verifique e some os ganhos, deixe todos os gastos bem claros, saiba qual o valor total das dívidas e os prazos para pagamento de cada e não deixe de fora nem aquelas moedas no cofrinho da estante. Saber o dinheiro que tem e para onde ele ai é o primeiro passo para sair do vermelho.

Faça o planejamento

Depois de conhecer e analisar a atual situação financeira chega a hora de começar a organizaras contas. Para isso, nada melhor que ter um planejamento bem definido em relação aos gastos. Lembre-se sempre que educação e organização financeiras estão diretamente relacionadas ao planejamento para uso consciente dos recursos pessoais. Se seus ganhos mensais são de R$ 1.000,00, seu planejamento deve levar esse valor em conta. Se são de R$ 10.000,00, é esse o valor que vai nortear os cálculos.

No planejamento, identifique os gastos recorrentes, os valores que podem ser reduzidos (como a conta de luz ou supermercado), os cortes que podem ser feitos, a previsão de pagamento de parcelas do cartão de crédito para os próximos meses, a quantia que pode ir direto para a reserva de emergência… Há diversas variáveis que devem entrar no planejamento e, conhecendo sua realidade financeira ficará mais fácil entender o que fazer, quais as prioridades e necessidades em relação ao dinheiro.

Atenção aos ganhos extras

O fim de ano proporciona, para milhões de brasileiros, ganhos extras no orçamento, como abonas, gratificações, premiações por produtividade e o 13º salário. Já falamos sobre o uso do salário extra (clique aqui). Usar com consciência é fundamental. Pode ser para pagar algumas dívidas, investir, realizar um sonho… Mais uma vez, o uso dependerá da análise e do planejamento feitos nas etapas anteriores de organização das contas. O dinheiro extra não deve ser usado com empolgação e sem pensar em consequências.

Presenteie com moderação

Presentear no Natal é uma tradição. A data comemorativa celebrada em família, compartilhada com pessoas especiais, tem a troca de presentes como algo culturalmente estabelecido. Não queremos que você deixe de presentear ou fique fora das comemorações, mas que tenha cautela e cuidado nas compras. Compre com antecedência, compare preços e produtos, analise suas reais possibilidades, dê presentes para o casal (quando possível, ao invés de um presente para cada). Dê um presente para você: acabe o ano sem dívidas.

Coloque as contas em dia

Parece óbvio, mas, depois de todos os passos anteriores, chega a hora de colocar as contas em dia. Com as dívidas identificadas e os valores disponíveis para quitação também separados, é a vez de pagar. Tentar renegociações para conseguir descontos pode ser uma boa saída para reduzir as dívidas. Outro ponto que merece atenção é que até mesmo o pagamento de contas e dívidas deve ser feito seguindo alguns critérios para contribuir com a organização financeira.

Por exemplo, se o dinheiro disponível não for suficiente para a quitação de todos os débitos, dê preferência aos que cobram taxas maiores de juros e multas por atraso. Além disso, quando o volume de contas for maior que o orçamento, busque alternativas capazes de auxiliar no pagamento das contas.

É possível, por exemplo, ter as contas pagas na hora e parcelar em até 12 vezes nos cartões de crédito com o sistema desenvolvido pelo Deixaqueeupago, a fintech que democratiza o acesso ao pagamento de contas de brasileiros. Com segurança, agilidade e facilidade, todo o atendimento é feito de forma online. Diversas contas podem ser pagas pelo sistema, desde que tenham códigos de barras, e as taxas de juros variam de 2,99% a 7,99% ao mês. Para fazer uma simulação e conhecer mais, clique aqui.

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