Saiba usar o 13º e o PIS/PASEP de forma consciente

Dinheiro extra deve ser utilizado com planejamento e atenção

Quem não gosta de um dinheiro extra?! No Brasil, os trabalhadores em geral têm dois bônus no orçamento: o 13º salário e os abonos conhecidos pelas siglas PIS/PASEP. São ganhos além dos salários mensais que garantem alívio nas contas ou aumento no poder de compra, certo? Depende!

Nada de ir com muita sede ao pote (ou à conta bancária) e usar o dinheiro sem qualquer atenção ou cuidado. Aliados das finanças, seja para colocar contas em dia ou garantir a realização de alguns sonhos, os valores devem ser utilizados com sabedoria. Embora algumas pessoas recebam o 13º salário e o abono salarial no mesmo período, outras recebem em momentos mais diferentes. Nos dois casos, ao receber o dinheiro extra é necessário saber como utilizar.

O que são 13º salário e PIS/PASEP?

O 13º salário é uma gratificação de Natal instituída no Brasil em 1962 que movimenta a economia no final do ano. Todos os trabalhadores com carteira assinada têm direito à gratificação, que deve ser paga em duas parcelas pelo empregador: uma entre 1º de fevereiro e 30 de novembro e outra até o dia 20 de dezembro. O cálculo do valor a ser pago é simples e tem relação direta com os meses trabalhados no ano.

Já o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação de Patrimônio do Servidor Público (PASEP) são abonos salariais que beneficiam trabalhadores dos setores privado e público, respectivamente.  As empresas recolhem contribuições ao longo do ano e parte delas podem ser sacadas pelos trabalhadores como forma de abono. Os calendários de pagamento são extensos e podem ser consultados no site da Caixa Econômica e do Banco do Brasil, responsáveis, respectivamente, pelo PIS e pelo PASEP.

Confira algumas dicas para o uso consciente dos recursos, evitando exageros e aproveitando para organizar as finanças.

Faça previsões de gastos

Quem está empregado e sabe que terá direito aos benefícios pode, ao longo dos meses anteriores, planejar o que fazer com os valores. Este já é um exercício de educação financeira, afinal tudo deve estar na ponta do lápis para que não tenha problemas com as contas e cometer possíveis erros. Nas previsões, coloque aqueles gastos que podem ter o auxílio destes valores para o pagamento, como os impostos de início do ano.

Saiba reservar

Nem tudo o que ganhamos deve ser gasto. Tudo bem que esse dinheiro é extra, mas não significa que obrigatoriamente deve ser utilizado naquele momento sem qualquer planejamento. Se a situação financeira está boa, com as contas em dia e não há grandes necessidades ou planos para o momento, o que acha de investir esse valor a mais? Pode ser na poupança ou outras formas de investimentos disponíveis. A longo prazo o resultado desse cuidado vai aparecer.

É hora de realizar um sonho?

Todos têm sonhos de consumo que dependem do dinheiro. Essas rendas extras podem ser utilizadas para realizar ou para contribuir com a realização dos sonhos. Seja uma grande compra, uma entrada em financiamento, uma obra, uma viagem… O dinheiro pode ser usado para tais finalidades, mas é importante ter controle e conhecimento sobre cada custo e identificar se vale a pena guardar e investir algum tempo depois ou se já chegou a hora de transformar o sonho em realidade.

Gastos com presentes

No fim de ano, principalmente com o dinheiro do 13º salário, muitos brasileiros aproveitam para comprar presentes para amigos e familiares. Tenha cuidado com a empolgação do momento. Pesquise preços, peça descontos para pagamentos à vista e analise quais presentes podem ser dados à família, não de forma individual. O gesto é bonito e sempre bem visto, mas faça com cuidado.

Tem dívidas? Aproveite para quitar!

Naturalmente os planos para o dinheiro extra seja utilizar com gastos extras. No entanto, é importante aproveitar as ocasiões para equilibrar as contas. Caso tenha dívidas pendentes, estes recursos podem ser utilizados para aliviar as contas. Se as dívidas possuem valores menores que os ganhos, ainda sobrará algum dinheiro para outros objetivos. Caso elas tenham o mesmo valor ou sejam superiores, encare como um processo de organização para, nos meses seguintes, não ter essa preocupação. Caso precise escolher, dê preferência à quitação das dívidas com maiores juros ou que podem negativar o nome em pouco tempo.

Como ninguém é de ferro, é possível separar uma parte para o pagamento das dívidas e outra para gastos extras, desde que tenha em mente que os próximos meses merecem atenção nas finanças. Lembre-se, também, que há boas alternativas para quitação de dívidas disponíveis no mercado, como o Deixaqueeupago, que paga as contas na hora e parcela em até 12x nos cartões. Para saber mais, clique aqui.

 

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